{"id":611,"date":"2020-08-12T16:28:11","date_gmt":"2020-08-12T16:28:11","guid":{"rendered":"https:\/\/incendio.pt\/manual-seguranca\/?p=611"},"modified":"2020-08-12T16:56:18","modified_gmt":"2020-08-12T16:56:18","slug":"controlo-de-fumo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/incendio.pt\/manual-seguranca\/controlo-de-fumo\/","title":{"rendered":"CONTROLO DE FUMO"},"content":{"rendered":"\n<h2>RT-SCIE 133\u00ba a 140\u00ba<\/h2>\n\n\n\n<p>Os edif\u00edcios devem ser dotados de meios que promovam a liberta\u00e7\u00e3o para o exterior do fumo e dos gases t\u00f3xicos ou corrosivos, reduzindo a contamina\u00e7\u00e3o e a temperatura dos espa\u00e7os e mantendo condi\u00e7\u00f5es de visibilidade, principalmente nas vias de evacua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O controlo do fumo produzido no inc\u00eandio pode ser realizado por varrimento ou pelo estabelecimento de uma hierarquia relativa de press\u00f5es, com subpress\u00e3o num local sinistrado relativamente aos locais adjacentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A desenfumagem pode ser passiva, quando realizada por tiragem t\u00e9rmica natural, ou ativa, nos casos em que se utilizem meios mec\u00e2nicos.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>desenfumagem passiva<\/strong> compreende aberturas para admiss\u00e3o de ar e aberturas para liberta\u00e7\u00e3o do fumo, ligadas ao exterior, quer diretamente, quer atrav\u00e9s de condutas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 permitido o recurso a desenfumagem passiva em locais amplos cobertos,<\/p>\n\n\n\n<p>Incluindo p\u00e1tios interiores e \u00e1trios, com altura superior a 12 m.<\/p>\n\n\n\n<p>As aberturas para admiss\u00e3o de ar devem ser instaladas totalmente na zona livre de fumo e o mais baixo poss\u00edvel, enquanto que as aberturas para evacua\u00e7\u00e3o de fumo se devem dispor totalmente na zona enfumada e o mais alto poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Na <strong>desenfumagem ativa<\/strong>, o fumo \u00e9 extra\u00eddo por meios mec\u00e2nicos e a admiss\u00e3o de ar pode ser natural ou realizada por insufla\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica.<\/p>\n\n\n\n<p>As bocas de extra\u00e7\u00e3o devem ser distribu\u00eddas \u00e0 raz\u00e3o de uma por cada 320 m2.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre que a \u00e1rea exceda 1600 m2 (ou mais de 60 m de lado) o espa\u00e7o deve ser dividido em cant\u00f5es usando para tal barreiras (fixas ou moveis) suspensas no teto.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>controlo de fumo por sobrepress\u00e3o<\/strong> de vias horizontais enclausuradas relativamente aos locais sinistrados apenas \u00e9 permitido se estes dispuserem de uma instala\u00e7\u00e3o de escape de fumo pr\u00f3pria, devendo ser estabelecida uma diferen\u00e7a de press\u00f5es da ordem de 20 Pa entre as vias e aqueles locais.<\/p>\n\n\n\n<p>As instala\u00e7\u00f5es de<em> ventila\u00e7\u00e3o e de tratamento de ar (AVAC) dos edif\u00edcios podem participar no controlo do fumo produzido no inc\u00eandio, desde que sejam satisfeitas as exig\u00eancias expressas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Sempre que os sistemas de ventila\u00e7\u00e3o ou de tratamento de ar do edif\u00edcio participem no controlo de fumo, deve ser assegurada a obtura\u00e7\u00e3o de todas as bocas, abertas em explora\u00e7\u00e3o normal, que possam permitir o escoamento do fumo para zonas do edif\u00edcio n\u00e3o sinistradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Devem ser dotados de instala\u00e7\u00f5es de controlo de fumo:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>As vias verticais de evacua\u00e7\u00e3o enclausuradas<\/li><li>As c\u00e2maras corta-fogo<\/li><li>As vias horizontais a que se refere o n.\u00ba 1 do artigo 25.\u00ba<\/li><li>Os pisos situados no subsolo, desde que possuam um efetivo superior a 200 pessoas ou que tenham \u00e1reas superiores a 400m2, independentemente da ocupa\u00e7\u00e3o.<\/li><li>Os locais de risco B com efetivo superior a 500 pessoas<\/li><li>Os locais de risco C<\/li><li>As cozinhas com liga\u00e7\u00e3o aberta a salas de refei\u00e7\u00f5es<\/li><li>Os \u00e1trios e corredores adjacentes a p\u00e1tios interiores<\/li><li>Os espa\u00e7os cobertos afetos \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o-tipo II \u2013 estacionamentos<\/li><li>UT XII da 2\u00aa categoria de risco ou superior, afetos a armazenagem com \u00e1rea superior a 800 m2<\/li><li>Os espa\u00e7os c\u00e9nicos isol\u00e1veis<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Consideram-se naturalmente ventilados e desenfumados:<\/p>\n\n\n\n<p>Os locais com janelas diretas para o exterior com v\u00e3os de abertura f\u00e1cil e vias de acessos desenfumadas. Parques de estacionamento que garantam aberturas de admiss\u00e3o de ar e parques da 1\u00aa categoria de risco com condi\u00e7\u00f5es de garantir adequada circula\u00e7\u00e3o de ar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RT-SCIE 133\u00ba a 140\u00ba Os edif\u00edcios devem ser dotados de meios que promovam a liberta\u00e7\u00e3o para o exterior do fumo e dos gases t\u00f3xicos ou corrosivos, reduzindo a contamina\u00e7\u00e3o e a temperatura dos espa\u00e7os e mantendo condi\u00e7\u00f5es de visibilidade, principalmente nas vias de evacua\u00e7\u00e3o. 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